Olá amados!!!
Música que tem falado ao meu coração...para refltir!
Beijos!!!
Vaidade
Heloísa Rosa
Composição : Heloísa Rosa
Busco na vida tantas coisas
Que nem sei por que razão
Fortaleço minha vontade pra que tudo aconteça
do meu jeito
Corro enquanto acredito, persisto até chegar ao fim
Pra descobrir, lá no final, que eu corri atrás do vento...
O que eu preciso, os homens não podem dar
O que eu preciso, a prata não vai comprar
O que eu preciso, o mundo não pode dar
O que eu preciso, é habitar contigo, ó Deus!
Atraia-me, para perto de Ti
Esconda-me, ó Deus!
Atraia-me, para perto de Ti
Esconda-me, ó Deus!
Atraia-me, para perto de Ti
Esconda-me, ó Deus!
Atraia-me, para perto de Ti
Esconda-me, ó Deus!
Esconda-me senhor esconda- me
Esconda -me do pecado
Esconda-me deste mundo....
terça-feira, 31 de maio de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
A Celebração da Páscoa
Oi queridos,
Encontrei esse texto que fala sobre a páscoa e fui muito tocada por ele. Achei muito bom. Penso que todos nós devemos refletir sobre a nossa verdadeira Páscoa!
Leiam e sejam mais que abençoados!
A morte do cordeiro marca o início de uma nova vida
Os israelitas permaneceram no Egito durante 430 anos (Ex 12.40). Na maior parte desse tempo o povo viveu na escravidão. Além de todo o sofrimento que lhes era imposto, os últimos dias tinham sido muito conturbados pela ocorrência das pragas que Deus realizara. E mais uma estava por vir: a morte dos primogênitos. Esta seria a pior de todas as calamidades recentes. O relato do Êxodo nos mostra um cenário “apocalíptico”, com pragas, sofrimento, juízo, morte, enquanto o povo de Deus seria retirado e conduzido à sua pátria.
Em meio a tudo isso, Moisés ordenou que cada família tomasse para si um cordeiro e o sacrificasse. O sangue do animal deveria ser aspergido sobre os umbrais das portas. Dentro de casa, os familiares deveriam comer a carne, com pães asmos e ervas amargas. Esta seria a “páscoa do Senhor” (Êx 12.11).
Naquela noite, um anjo mataria todos os primogênitos egípcios. Ele poderia matar também os israelitas, mas não entraria nas casas onde houvesse o sinal do sangue indicando que, ali, a morte já havia sido executada. O cordeiro teria morrido no lugar do primogênito. Este foi o plano de salvação elaborado por Deus. O castigo deveria ser executado, mesmo que fosse sobre um substituto.
O povo não questionou a ordem nem pediu explicações. Deveria apenas obedecer, pois disso dependiam muitas vidas.
A celebração teria ritmo de urgência. Chegou o dia decisivo. Foi estabelecido o toque de recolher para Israel. Todos em casa! Nenhum compromisso justificaria a ausência de qualquer membro da família. Não haveria outra forma de se livrarem da ameaça de morte. Era o cordeiro ou nada mais. Aquela seria também a única chance de livramento da escravidão. Ninguém poderia adiar o sacrifício ou a refeição que o seguia.
Aqueles animais, puros e inocentes, simbolizavam o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1.29).
Cristo, o primogênito do Pai (Rm 8.29) foi levado como cordeiro mudo ao matadouro (At 8.32). Mesmo sem merecer, morreu na cruz para que nós, merecedores da morte, pudéssemos viver eternamente. Não foi por coincidência que Jesus morreu durante a páscoa (Mt 26.2), no horário da tarde (Ex 12.5; Mt 27.46) e, à semelhança dos cordeiros pascais, nenhum de seus ossos foi quebrado (Ex 12.46; João 19.36).
Não existe outro meio de salvação para as nossas almas (At 4.12). Não podemos perder a definitiva manifestação da graça divina na pessoa de Jesus Cristo.
O sangue de Jesus é o sinal que nos diferencia daqueles que estão perdidos. Não somos melhores do que eles, mas temos a marca do compromisso com aquele que garante a nossa redenção. Aleluia! Pelo sangue fomos comprados, purificados e protegidos.
“Porque Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado” (1Co 5.7).
Enquanto a carne era comida no interior da casa, o sangue era visível do lado de fora, como testemunho público diante dos homens e dos anjos. Nossa aliança com Cristo não é secreta. A todos deve ser notória. Os que passarem saberão que o Cordeiro está conosco. Nós o recebemos em nossas casas e em nossos corações. Temos nos alimentado da sua carne (João 6.53; Mt 26.26) e o que somos tem sido transformado pela sua presença em nós.
Naquela noite, egípcios e israelitas tiveram experiências com Deus. Para uns, juízo, para outros salvação. O mesmo Deus que condenou os primogênitos da nação ímpia preservou os filhos de Israel. Para os condenados pode ter ficado uma imagem negativa de Deus. Para os salvos ficou a certeza de que Deus é bom e gracioso.
É o que acontece ainda hoje: as pessoas vão desenvolvendo ideias positivas ou negativas sobre Deus, embora ele seja um só. A diferença ocorre pela posição que cada pessoa toma diante do Senhor. Quem rejeita o Cordeiro enfrentará o anjo da morte. Os egípcios fizeram sua escolha quando, mesmo diante das pragas, permaneceram na idolatria.
A páscoa judaica era uma festa familiar, momento de comunhão. Em cada casa, um cordeiro precisava ser morto.
Era uma honra e uma responsabilidade de cada lar, sendo concedida a permissão para que os vizinhos se unissem na mesma casa. Assim também, é necessário que cada família seja alcançada pela obra redentora de Jesus Cristo.
Contudo, a decisão é individual. No caso dos israelitas, cada pessoa precisava permanecer dentro da residência durante a celebração (Ex 12.22). Aquele que saísse encontraria o anjo da morte.
Fato curioso é que, durante a páscoa celebrada por Jesus com seus discípulos, Judas Iscariotes retirou-se do recinto (João 13.30) e morreu algumas horas depois. O grande problema não seria sair de casa, mas rejeitar o cordeiro.
Judas rejeitou.
Enquanto os egípcios choravam a perda de seus filhos, os israelitas realizavam a refeição pascal, ao fim da qual foi ordenado que saíssem do Egito. Era chegada a hora da libertação.
A morte do cordeiro lhes garantiria uma nova vida. Era o fim da escravidão. Chegou o dia de dar adeus ao Egito.
Isto também significava renúncia, pois nem tudo era ruim naquele lugar (Nm 11.5).
Os filhos de Israel não poderiam ficar nem mais um dia ali. Não seria aceitável que algum deles dissesse: “Podem ir andando, que eu vou depois. Visitarei as pirâmides e despedirei de alguns amigos.”
Os israelitas não poderiam ser turistas onde foram escravos. Quem servia a Faraó e foi liberto não pode ter nenhum tipo de relação com ele. Se o israelita não lhe parecer útil, será morto pelo inimigo.
Aqueles que se entregam a Cristo e o recebem como Salvador são libertos do reino das trevas e precisam renunciar aos seus prazeres ilícitos. Quem é livre não pode permanecer no território do inimigo.
“Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado para que abunde a graça? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?” (Rm 6 1-2).
Os israelitas saíram do Egito e foram ao deserto, rumo à terra prometida. A viagem não seria fácil. Nós também, que caminhamos para a Jerusalém celestial, não temos uma jornada suave pela frente. Contudo, estamos vivendo uma nova vida. Passamos por tribulações e lutas, mas estamos prosseguindo. A morte do Cordeiro é a nossa garantia de vida. Seu sangue foi o preço pago pela nossa redenção. Não somos mais escravos de Satanás. Somos servos de Deus e haveremos de viver para a sua glória.
::Anísio Renato de Andrade
Bacharel em Teologia
www.anisiorenato.com
Colaborador do portal Lagoinha.com
Encontrei esse texto que fala sobre a páscoa e fui muito tocada por ele. Achei muito bom. Penso que todos nós devemos refletir sobre a nossa verdadeira Páscoa!
Leiam e sejam mais que abençoados!
A morte do cordeiro marca o início de uma nova vida
Os israelitas permaneceram no Egito durante 430 anos (Ex 12.40). Na maior parte desse tempo o povo viveu na escravidão. Além de todo o sofrimento que lhes era imposto, os últimos dias tinham sido muito conturbados pela ocorrência das pragas que Deus realizara. E mais uma estava por vir: a morte dos primogênitos. Esta seria a pior de todas as calamidades recentes. O relato do Êxodo nos mostra um cenário “apocalíptico”, com pragas, sofrimento, juízo, morte, enquanto o povo de Deus seria retirado e conduzido à sua pátria.
Em meio a tudo isso, Moisés ordenou que cada família tomasse para si um cordeiro e o sacrificasse. O sangue do animal deveria ser aspergido sobre os umbrais das portas. Dentro de casa, os familiares deveriam comer a carne, com pães asmos e ervas amargas. Esta seria a “páscoa do Senhor” (Êx 12.11).
Naquela noite, um anjo mataria todos os primogênitos egípcios. Ele poderia matar também os israelitas, mas não entraria nas casas onde houvesse o sinal do sangue indicando que, ali, a morte já havia sido executada. O cordeiro teria morrido no lugar do primogênito. Este foi o plano de salvação elaborado por Deus. O castigo deveria ser executado, mesmo que fosse sobre um substituto.
O povo não questionou a ordem nem pediu explicações. Deveria apenas obedecer, pois disso dependiam muitas vidas.
A celebração teria ritmo de urgência. Chegou o dia decisivo. Foi estabelecido o toque de recolher para Israel. Todos em casa! Nenhum compromisso justificaria a ausência de qualquer membro da família. Não haveria outra forma de se livrarem da ameaça de morte. Era o cordeiro ou nada mais. Aquela seria também a única chance de livramento da escravidão. Ninguém poderia adiar o sacrifício ou a refeição que o seguia.
Aqueles animais, puros e inocentes, simbolizavam o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1.29).
Cristo, o primogênito do Pai (Rm 8.29) foi levado como cordeiro mudo ao matadouro (At 8.32). Mesmo sem merecer, morreu na cruz para que nós, merecedores da morte, pudéssemos viver eternamente. Não foi por coincidência que Jesus morreu durante a páscoa (Mt 26.2), no horário da tarde (Ex 12.5; Mt 27.46) e, à semelhança dos cordeiros pascais, nenhum de seus ossos foi quebrado (Ex 12.46; João 19.36).
Não existe outro meio de salvação para as nossas almas (At 4.12). Não podemos perder a definitiva manifestação da graça divina na pessoa de Jesus Cristo.
O sangue de Jesus é o sinal que nos diferencia daqueles que estão perdidos. Não somos melhores do que eles, mas temos a marca do compromisso com aquele que garante a nossa redenção. Aleluia! Pelo sangue fomos comprados, purificados e protegidos.
“Porque Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado” (1Co 5.7).
Enquanto a carne era comida no interior da casa, o sangue era visível do lado de fora, como testemunho público diante dos homens e dos anjos. Nossa aliança com Cristo não é secreta. A todos deve ser notória. Os que passarem saberão que o Cordeiro está conosco. Nós o recebemos em nossas casas e em nossos corações. Temos nos alimentado da sua carne (João 6.53; Mt 26.26) e o que somos tem sido transformado pela sua presença em nós.
Naquela noite, egípcios e israelitas tiveram experiências com Deus. Para uns, juízo, para outros salvação. O mesmo Deus que condenou os primogênitos da nação ímpia preservou os filhos de Israel. Para os condenados pode ter ficado uma imagem negativa de Deus. Para os salvos ficou a certeza de que Deus é bom e gracioso.
É o que acontece ainda hoje: as pessoas vão desenvolvendo ideias positivas ou negativas sobre Deus, embora ele seja um só. A diferença ocorre pela posição que cada pessoa toma diante do Senhor. Quem rejeita o Cordeiro enfrentará o anjo da morte. Os egípcios fizeram sua escolha quando, mesmo diante das pragas, permaneceram na idolatria.
A páscoa judaica era uma festa familiar, momento de comunhão. Em cada casa, um cordeiro precisava ser morto.
Era uma honra e uma responsabilidade de cada lar, sendo concedida a permissão para que os vizinhos se unissem na mesma casa. Assim também, é necessário que cada família seja alcançada pela obra redentora de Jesus Cristo.
Contudo, a decisão é individual. No caso dos israelitas, cada pessoa precisava permanecer dentro da residência durante a celebração (Ex 12.22). Aquele que saísse encontraria o anjo da morte.
Fato curioso é que, durante a páscoa celebrada por Jesus com seus discípulos, Judas Iscariotes retirou-se do recinto (João 13.30) e morreu algumas horas depois. O grande problema não seria sair de casa, mas rejeitar o cordeiro.
Judas rejeitou.
Enquanto os egípcios choravam a perda de seus filhos, os israelitas realizavam a refeição pascal, ao fim da qual foi ordenado que saíssem do Egito. Era chegada a hora da libertação.
A morte do cordeiro lhes garantiria uma nova vida. Era o fim da escravidão. Chegou o dia de dar adeus ao Egito.
Isto também significava renúncia, pois nem tudo era ruim naquele lugar (Nm 11.5).
Os filhos de Israel não poderiam ficar nem mais um dia ali. Não seria aceitável que algum deles dissesse: “Podem ir andando, que eu vou depois. Visitarei as pirâmides e despedirei de alguns amigos.”
Os israelitas não poderiam ser turistas onde foram escravos. Quem servia a Faraó e foi liberto não pode ter nenhum tipo de relação com ele. Se o israelita não lhe parecer útil, será morto pelo inimigo.
Aqueles que se entregam a Cristo e o recebem como Salvador são libertos do reino das trevas e precisam renunciar aos seus prazeres ilícitos. Quem é livre não pode permanecer no território do inimigo.
“Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado para que abunde a graça? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?” (Rm 6 1-2).
Os israelitas saíram do Egito e foram ao deserto, rumo à terra prometida. A viagem não seria fácil. Nós também, que caminhamos para a Jerusalém celestial, não temos uma jornada suave pela frente. Contudo, estamos vivendo uma nova vida. Passamos por tribulações e lutas, mas estamos prosseguindo. A morte do Cordeiro é a nossa garantia de vida. Seu sangue foi o preço pago pela nossa redenção. Não somos mais escravos de Satanás. Somos servos de Deus e haveremos de viver para a sua glória.
::Anísio Renato de Andrade
Bacharel em Teologia
www.anisiorenato.com
Colaborador do portal Lagoinha.com
Treinamento
Crescimento
Ai que saudades de escrever aqui....sumida de novo...
Estou percebendo que todas as vezes que venho aqui é sempre para me desculpar de algo, da falta excessiva, mas é isso mesmo que vim fazer hoje: me desculpar!
Queridos, eu não tenho parado. Muito trabalho na vida secular, o ministério de Surdos está sendo uma bênção, o Senhor tem nos abençoado muito.
Essa semana tivemos um abalo pela perda do nosso irmão Cláudio, uma pessoa muito presente em nosso ministério e em nossa vida. O pai de Érica, minha líder do evangelismo na qual eu já citei várias vezes aqui. Para mim de forma particular foi muito ruim...nos encontramos no rhema na sexta-feira a noite, demos um abraço de pai para filha, ele me disse o quanto estava feliz com o crescimento do ministério, do quanto orava por nós e que viria os surdos falarem...
No domingo no culto da mesma forma, ele falou a uma amiga que estava intercendendo naquele exato momento por nós duas..tudo estava bem, ou pelo menos parecia bem. Qual foi a minha surpresa pela manhã quando recebi a notícia que ele tinha acabado de sofrer um infarto fulminante. Nossa! Fiquei sem chão.Chorei atéeee não querer mais. Acompanhei todo velório com a alma triste, sem ter muito o que falar...ele era um grande amigo.Sempre tinha piadas para tudo.Absolutamente tudo! Mas hoje não quero contar lamentos e nem tristezas porque eu sei que ele voltou para casa. Sei que ele está onde estaremos um dia todos juntos. E ai poderei rir novamente de suas piadas, e novamente terei aquelas crises de risos que pareciam que não acabava mais :)
Breve postarei fotos aqui de eventos do ministério, porque apesar dos pesares, o Ide continua a todo vapor.
Peço a vocês que orem pela família de Érica e estejam intercendendo por eles assim como convém o Corpo de Cristo, porque se dói em você, dói também em mim!
Fiquem na paz do Senhor Jesus!
Estou percebendo que todas as vezes que venho aqui é sempre para me desculpar de algo, da falta excessiva, mas é isso mesmo que vim fazer hoje: me desculpar!
Queridos, eu não tenho parado. Muito trabalho na vida secular, o ministério de Surdos está sendo uma bênção, o Senhor tem nos abençoado muito.
Essa semana tivemos um abalo pela perda do nosso irmão Cláudio, uma pessoa muito presente em nosso ministério e em nossa vida. O pai de Érica, minha líder do evangelismo na qual eu já citei várias vezes aqui. Para mim de forma particular foi muito ruim...nos encontramos no rhema na sexta-feira a noite, demos um abraço de pai para filha, ele me disse o quanto estava feliz com o crescimento do ministério, do quanto orava por nós e que viria os surdos falarem...
No domingo no culto da mesma forma, ele falou a uma amiga que estava intercendendo naquele exato momento por nós duas..tudo estava bem, ou pelo menos parecia bem. Qual foi a minha surpresa pela manhã quando recebi a notícia que ele tinha acabado de sofrer um infarto fulminante. Nossa! Fiquei sem chão.Chorei atéeee não querer mais. Acompanhei todo velório com a alma triste, sem ter muito o que falar...ele era um grande amigo.Sempre tinha piadas para tudo.Absolutamente tudo! Mas hoje não quero contar lamentos e nem tristezas porque eu sei que ele voltou para casa. Sei que ele está onde estaremos um dia todos juntos. E ai poderei rir novamente de suas piadas, e novamente terei aquelas crises de risos que pareciam que não acabava mais :)
Breve postarei fotos aqui de eventos do ministério, porque apesar dos pesares, o Ide continua a todo vapor.
Peço a vocês que orem pela família de Érica e estejam intercendendo por eles assim como convém o Corpo de Cristo, porque se dói em você, dói também em mim!
Fiquem na paz do Senhor Jesus!
sábado, 19 de fevereiro de 2011
IV Acampamestre

Foi uma bênção este acampamestre!!! Para mim de forma especial foi maravilhoso.
Há algumas semanas tive uma crise depois da Escola Bíblica Dominical, que eu imaginei que fosse morrer...vista embaçada, respiração fraca,desmaiando enfim...eu senti que ia morrer porque nunca tinha me acontecido antes.
Clamei ao Senhor e fiquei bem. Fui ao culto, interpretei para os Surdos,porém quando o culto acabou e voltei para casa, passei mal de novo...
Não conseguia dormir de jeito nenhum, então fui levada ao hospital e fui diagnosticada com sintomas de sindrome do pânico, tomei uma injeção e dormi até o outro dia.
Enfim...fui a médicos, perdi 4 quilos e procurei ajuda de profissionais, mas a maior ajuda foi do ALTO.
Fui ao acampamestre e eu recebi com toda fé cada palavra ministrada. Resultado: recebi a minha cura.O preletor Filipi Rodrigues foi um canal de Deus usado para orar por mim.
Estou tão feliz e agradecida ao Senhor pela vida, pela cura divina que transborda em meu corpo e minha mente.
EU SOU CURADA! EU SOU LIVRE!
Precisava compartilhar isso com vocês queridos.
Fiquem na paz e se lembrarem de mim em suas orações, orem tá?
Abraços!!
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Armadura de Deus!
Diante de alguns problemas pelo qual estou passando, a palavra Rhema para minha vida está escrito no livro de Efésios 6, 10-20
"Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Portanto, tomai toda armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e , depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos e também por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra, para com intrepidez, fazer conhecido o mistério do evangelho, pelo qual sou embaixador em cadeias, para que, em Cristo, eu seja ousado para falar, como me cumpre fazê-lo."
Meditem na palavra queridos e permaneçam na paz!
"Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Portanto, tomai toda armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e , depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos e também por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra, para com intrepidez, fazer conhecido o mistério do evangelho, pelo qual sou embaixador em cadeias, para que, em Cristo, eu seja ousado para falar, como me cumpre fazê-lo."
Meditem na palavra queridos e permaneçam na paz!
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Ministério de Surdos!

"E naquele dia os surdos ouvirão as palavras do livro, e dentre a escuridão e dentre as trevas os olhos dos cegos as verão".Isaías 29, 18
Oi irmãos,
Tenho uma novidade para vocês na qual eu já deveria ter vindo aqui compartilhar com vocês, no entanto estou fazendo agora.
Bem, há um tempo eu e minha amiga e irmã em Cristo Adriana, sonhamos em começar com o ministério de Surdos em nossa igreja local, porém o tempo ainda não era o de Deus...diante de tantos obstáculos nos aprimoramos e fortalecemos....enfim, esse tempo chegou! Glória a Deus!
Conversamos com nosso pastor que nos deu total apoio e disse que isso já estava também no coração dele. Fizemos um projeto e o entregamos. Aprovado!
Já tem duas semanas que começamos oficilamente. Os Surdos estão indo e a cada domingo novos surdos aparecem para receber a Palavra de Deus e cremos que assim se cumpirirá o que está escrito no livro de Isaias 29, 18.
É muito bom cumprir o ide do Senhor e vê na fisionomia de cada um a expectativa de aprender mais e mais a Palavra. Como isso agrada o coração do nosso Pai...
A única coisa que pedimos a Ele todas as vezes que vamos interpretar, é que Ele use as nossas mãos para alcançar aquele que está perdido e que a Palavra pregada transforme a vida daqueles que estão ali. Para honra e glória Dele, Surdos tem se rendido ao Senhor e tem permanecidos fiéis. Todos os domingos eles estão lá recebendo a sua porção. Só rendemos graças por isso!!!
"Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós" Efésios 3,20
Fiquem na paz queridos e tenham uma semana tremendamente abençoada!!!
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